Abelhas Africanas

A espécie de abelha A. mellifera é formada por diversas raças, sendo que são mais conhecidas na apicultura, a italiana, a cárnica, a caucasiana e a africana.

Enxames de abelhas africanas, que por serem de grande produtividade de mel, foram trazidos para o Brasil para pesquisas na metade da década de 1950.

Por um descuido, fugiram do controle dos pesquisadores e dominaram, num curto espaço de tempo, todas as colméias do gênero Apis existentes no Brasil.

As abelhas africanizadas, é o resultado do cruzamento de abelhas da raça adansonii com as abelhas européias que foram trazidas antes, e passaram a constituir o material de trabalho à disposição dos apicultores brasileiros.

Apesar de sua maior agressividade, as abelhas africanas apresentam vantagens do ponto de vista comercial, começam a produzir mais cedo, param mais tarde e não apresentam o instinto de hibernação invernal, que é comum nas raças européias, embora o apicultor seja obrigado a fornecer-lhes alimentação artificial durante a estação fria.