Vossas Excelências Matutas

A ociosidade e o parasitismo tem aumentado em função das decisões equivocadas de juízes que determinam o pagamento de pensão alimentícia para ex-mulheres que com o fim do relacionamento requerem a pensão alimentícia.

Não tendo mais argumentos e tendo extraído a última gota do sangue do ex-marido, ainda lhe resta “a doce vingança” de requerer pensão alimentícia, se já não bastasse o desgaste imposto a ambos pela separação um dos dois tem que ser culpado pelo fracasso do relacionamento e pagar pensão parece que vai resolver todos os problemas.

Na verdade, existem casos em que não é um fracasso, pois certas ex-mulheres extraem até a última gota de sangue do companheiro e depois o expulsam de casa como se fosse um cachorro sarnento, só que se esquecem de que animais também merecem respeito.

O caso ao que me refiro houve maldade e planejamento, a e ex-mulher se aproveitou ao máximo, depois de algum tempo de relacionamento uma sociedade limitada foi registrada e o casal se tornava sócios, era o que faltava para tirar vantagem financeira para si e para seus filhos, até a aquisição de um veículo de passeio para um dos filhos foi concretizada, entre muitas outras coisas.

Não há como manter um relacionamento onde m época de carnaval uma mulher saí de casa na sexta feira e volta na quarta-feira de cinzas, ou em outras épocas saí no sábado à noite e volta no domingo lá pelas 23 horas, enquanto isso o marido trabalhava para dar conforto a essa mesma mulher.

Se não há respeito dentro do lar o fim do relacionamento conjugal já está consumado, da mesma forma sem respeito no cumprimento do contrato social da sociedade limitada é certo que o fim está próximo.

Atitudes contrárias a vontade do ex-marido levaram a sociedade limitada a acumular dívidas num total de R$ 45.000,00, mesmo com as finanças quase incontroláveis, a ex-mulher subtraia para si dinheiro do caixa todos os dias, são fatos inquestionáveis, há vídeos que comprovam essas ações.

Não há como comprovar infidelidade conjugal, mas não há dúvidas que houve infidelidade comercial, já que o contrato social da sociedade limitada deixava claro quem administrava.

Chegava ao fim também a sociedade limitada, com assinatura, tudo como manda a boa prática, mas não há consenso em relação aos bens adquiridos durante o relacionamento conjugal.

Dias depois, os pertences são jogados ao relento, molham com a chuva da trovoada e mais de R$ 5.000,00 são perdidos em equipamentos de informática e de eletrônica, a casa e quarto de morada passa ser um carro, sem banheiro, sem água, e dias depois sorrateiramente a luz é cortada, a partir daí começa uma disputa judicial, afinal, as duas partes julgam ter direitos, mas só uma admite a divisão.

A lei chega a ser previsível, basta que testemunhas sejam ameaçadas para não comparecer em audiência e outras mintam descaradamente para que um juiz letrado e cheio das faculdades cometa um dos erros mais grosseiros, aquele tipo de erro que um “matuto sem estudo” não cometeria.

Pois então, esse erro aconteceu, o ex-marido, depois de arrumar a vida da ex-mulher dando-lhe uma vida confortável, criar seus filhos, construir um patrimônio que garantiria a velhice do casal, pagar por contas que não fez e não queria fazer, ser roubado, ter a privacidade invadida, cartas e e-mails serem acessados antes do destinatário, ter o celular “fuçado” diariamente, até chegar ao ponto de ser expulso de casa e atualmente passar dificuldades com local para morar e até com a própria subsistência, ainda assim o juiz condena a 1 salário de pensão.

Os detalhes são vários: a ex-mulher é saudável, ficou com todos os bens, tem casa para morar, tem renda mensal de dois salários mínimos, inclusive, um desses salários tem origem numa sala alugada que é objeto do litígio, passaram-se praticamente quatro anos e ela não procurou um emprego, além disso, os filhos são maiores de idade e são de outro pai.

A lei diz que deve ser levada em conta a real necessidade de quem pede e a possibilidade de quem paga, esse princípio constitucional não está sendo respeitado, além disso, o juiz requereu as testemunhas para decidir, mas não foram ouvidas todas as testemunhas, duas delas não compareceram motivadas pelas ameaças da ex-mulher, entendo que seria certo ouvir as testemunhas faltantes para então decidir.

Leis à parte, é preciso mudar o conceito atual de direitos iguais, pois quando interessa as mulheres querem ter direitos iguais, e ao contrário se tornam as coitadinhas, as humilhadas, as sofridas e recorrem ao manto da lei para obter vantagens financeiras, fazendo de um relacionamento que não deu certo uma mercadoria e deseja receber algum dinheiro para satisfazer seu ego ferido.

É preciso reconhecer que atualmente, em razão da separação do casal, tanto a mulher quanto o homem devem se adaptar a nova realidade, o status quo não é mais o mesmo, o padrão de vida também mudou, é diferente a vida de uma pessoa separada.

Ex-mulher não é parente, por isso não existe razão nem legal e nem moral para que uma pensão alimentícia continue mantendo o vínculo matrimonial que já se desfez.

Basta que a justiça seja objetiva e que cada uma das partes sendo perfeitamente capaz de trabalhar, deve obter seu sustento de forma honesta e individualmente, sem fazer de um relacionamento uma eterna fonte de renda.

Mas a canetada quem dá é o juiz, e em minha opinião, uma pessoa “letrada” deveria pelo menos ser justa para fazer jus ao título de juiz, e não determinar o pagamento de uma pensão e papo final com o tradicional “cumpra-se”.

Vossas excelências que agem do modo descrito não são juízes, são ditadores, e nem todo ditador consegue fazer com que suas ordens sejam cumpridas.