É Difícil Decidir o Certo

Uma coisa que sempre é dita nas rodinhas de homens e também nas rodinhas de mulheres é que existem certas coisas que ninguém está livre de passar, e uma coisa séria que aconteça muda muita coisa e muda tudo para o resto da vida.

É como dizem, quem foi traído nunca deixará de ser corno mesmo que troque de companheira, homossexual é homossexual mesmo que ele diga que as preferências dele mudaram e que agora está em outra, prostituta é prostituta mesmo que diga que mudou de vida.

Mas o que não muda de jeito nenhum tanto para o homem quanto para a mulher é que ambos tem fragilidades, os homens perderam e as mulheres tomaram um grande espaço e passaram a ser independentes, claro que é só nas aparências, porque quando elas precisam de um trabalho pesado a independência fica de lado, de qualquer modo, muita coisa mudou nos últimos tempos, e sempre em defesa da mulher, e a mulher mesmo sendo chamada de sexo frágil, de frágil não tem nada.

Até as Leis são mal feitas, um exemplo disso é a lei Maria da Penha, que além de ser discriminatória até mesmo para a mulher, torna o homem um bandido sanguinário mesmo que ele não tenha movido um dedo sequer, basta que a mulher use as próprias unhas no seu rosto ou em outra parte do corpo e acuse o homem, pronto, o homem estará condenado.

Até mesmo porque nas delegacias de mulheres existem verdadeiras nazistas quando tratam com homens que são acusados de terem espancado sua mulher ou companheira, e em muitos casos as acusações são falsas, e até exame de corpo delito são feitos com exageros, e isso acontece em todas as cidades.

A lei Maria da Penha seria boa se fossem penalizados apenas aqueles que realmente maltratam as mulheres, quem estiver lendo pode achar que sou um defensor de agressor de mulheres, mas não é isso, é preciso que ambas as partes sejam tratadas igualmente, as duas partes devem ser ouvidas e os critérios devem ser os mesmos.

Mas existem casos que não tem jeito, qualquer homem perde a paciência quando é traído, e não precisa ser uma traição com outro homem, uma traição é uma traição é deveria haver punição.

Como muitos devem saber o artigo 155 do código civil não se encaixa na lei Maria da Penha, mas é uma traição talvez até maior que manter relações afetivas e carnais com outro homem ou mulher, é bem provável que dependendo do gênio de cada um possa acabar em violência doméstica.

Nesse caso lei vale por agressão e não por furto, e se a vítima do furto agir energicamente poderá ela ser a detida e quem praticou o furto ficar dando gargalhada e livre.

É uma decisão difícil ter que registrar uma ocorrência de furto ocorrido dentro do ambiente de trabalho ou da própria casa, e pior ainda se for comprovado o fato com alguma prova consistente, tipo um vídeo.

Sendo de convivência mútua como fica o casal? Quando formam um casal e são sócios como ficam as coisas? Qual é o grau de confiança entre ambos? Deve registrar queixa na polícia ou não? Enche de porrada e arca com as consequências?

Como é fácil de perceber, quem está numa situação dessas está em sinuca de bico, aceita tudo na boa como se nada tivesse acontecido ou registra queixa? Como ficam os bens adquiridos? Enfim, é muita confusão por causa de roubo, e principalmente pela falta de respeito, porque entendo que roubar do próprio companheiro(a) de convivência é muito mais do que furto, é falta de respeito de respeito e de vergonha na cara.