Justiça? Tem Que Acreditar

É de dar gargalhadas irônicas quando se ouve os comentários de “algumas” mulheres no tocante a quererem receber pensão alimentícia mesmo gozando de boa saúde, tendo onde morar e com rendimentos suficientes para manter a si próprias.

Quando interessa a elas querem direitos iguais e quando não interessa querem receber pensão, claro que toda pessoa tem direitos civis, mas que deixa qualquer um irritado não há como negar.

Não sei se todos pensam iguais a mim, mas penso que o homem não casa para ter uma dona de casa, se for esse o motivo, existem as diaristas e empregadas, até para fazer “bobagens” pode ser pago e sem compromisso futuro, até eu descobri que é mais barato mandar um buquê de flores no dia seguinte do que manter uma mulher diariamente.

O homem casa com uma mulher para crescerem juntos, para formar um patrimônio para possibilitar uma velhice razoável para o casal, para compartilharem conhecimentos e não só para ter uma companheira para fazer “bobagens” na cama.

A realidade é que quando por algum motivo o relacionamento chega ao fim, as mulheres sempre se sentam no banco das vítimas, e a justiça colabora e até incentiva, basta um pouco de atenção nos processos que correm “em segredo” de justiça durante anos.

Durante o relacionamento essas mulheres “se gabam” para a metade da cidade sobre sua condição de vida, e que o companheiro “tem tudo” porque ela mesma compra, mas a realidade é que dentro do lar existem discussões frequentes questionando os valores que são destinados às despesas da casa.

Escreveo com 100% de certeza, pois não escrevo baseado nas histórias de terceiros, tenho a minha própria história, e junto com ela meu próprio castigo, foram 17 anos de união estável e muito trabalho para formar um patrimônio para dar tranquilidade na velhice.

De repente, sou expulso do lar e por não haver acordo é lógico, que a justiça é chamada a mediar a disputa, nas idas e vindas, um advogado que mais parece um porco fuçando em excremento “orienta as testemunhas” e uma das partes envolvidas agora está “acometida de depressão”.

É preciso rever esse tipo de situação, pessoas comuns sem conhecimento em medicina não são capazes de diagnosticar doenças, principalmente se são orientadas por um advogado sobre o que vão dizer, imagino que um juiz com várias faculdades deveria ser mais……. digamos…… esperto.

Depressão não é doença, é estado de espírito, e depressão por depressão eu também tenho, e causado pelos motivos exatamente ao contrário, afinal, quem está sem nada até este momento sou eu, pagando aluguel e dando o couro para arcar com as minhas despesas.

Isso não é reclamação, é fato, mas a justiça sempre protegeu o “chamado lado mais fraco”, no entanto, a própria justiça diz que todos são iguais perante a lei, agora vai entender como?

A lei civil prevê que os alimentos são devidos “quando quem os pretende não tem bens suficientes, nem pode prover, pelo seu trabalho, à própria mantença, e aquele, de quem se reclamam, pode fornecê-los, sem desfalque do necessário ao seu sustento” (art. 1.695 do CC/2002).

No meu caso é exatamente ao contrário, a ex-mulher tem condições para o trabalho, ficou com os bens e usufrui deles, e de minha parte não há como me sustentar e pagar 1 salário de pensão alimentícia, o juiz que toma uma decisão dessas está totalmente em desacordo com a lei, afinal, ser ex-mulher não é profissão que precise de salário para o resto da vida.

A própria lei tem que dar um basta nessas oportunistas, existem mulheres que recebem pensão de mais de três “ex-companheiros”, é uma verdadeira indústria da pensão alimentícia, basta abrir as pernas e esperar o resultado e depois “cobrar pelo serviço”, tenho um adjetivo para esse tipo de mulher, mas em respeito a você não vou escrevê-lo.

Quando não há filhos não há o que discutir, (não é o meu caso) o filho não é só do pai, é de ambos e ambos são responsáveis, a mulher deve fazer o mínimo que é educar, e realmente cabe pensão alimentícia, o mesmo não pode ser dito em relação a ex-mulher.

A falta de conhecimento em geral não deixa que os envolvidos num processo de separação não sabe que deixou de ser predominante o entendimento de que, uma vez terminado o casamento, deva o homem alimentar sua ex-mulher para o resto da vida, até porque a atual Constituição Federal diz que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.

As decisões predominantes na justiça são que a mulher com patrimônio próprio e apta para o trabalho não tem direito a pensão alimentícia, afinal, o trabalho é obrigação pessoal e social de todo e qualquer cidadão hígido, devendo a mulher adulta e apta ao trabalho fazê-lo em seu próprio benefício.

O problema não é a lei, são os caminhos que levam a lei a decidir, é onde ficamos nas mãos de nossos advogados, enquanto o processo corre, com decisões provisórias e uma verdadeira briga de petições com pedidos e mais pedidos para que a justiça decida, até que um dia, sabe-se lá quando, tenha uma decisão final, enquanto isso, a vida segue e a fila anda.