John D. e a Teoria Atômica

Foi em 1808 que John Dalton propôs a teoria atômica, segundo a teoria atômica de Dalton, a matéria é constituída de partículas minúsculas.

O átomo é a menor partícula de um elemento que participa em uma reação química, os átomos não podem ser divididos, também não podem ser criados nem destruídos, contêm minúsculas partículas com carga negativa chamadas elétrons, átomos de um mesmo elemento são idênticos em todos os aspectos.

Em 1897 J. J. Thomson descobriu os elétrons em experiências do raio cátodo, e ao cotrário da teoria de John Dalton, Thomson defendia a teoria de que os átomos são divisíveis.

Em 1900 E. Goldstein descobriu os prótons em experiências do raio anôdo, e de acordo com Goldstein, os átomos contém minúsculas partículas com carga positiva chamadas prótons, como os átomos contém partículas negativas, eles devem conter partículas positivas para que sejam eletricamente neutros.

Em 1911 E. Rutherford descobriu o núcleo e propôs a base para a estrutura atômica moderna através de suas experiências do desvio da partícula alfa.

Na teoria de Rutherford, os átomos são compostos de duas partes: o núcleo e a parte extra-nuclear, suas experiências provaram que o átomo é quase vaziu e que possui um corpo altamente carregado positivamente em seu centro chamado núcleo.

O núcleo central é carregado positivamente e os elétrons, com carga negativa, circulam ao redor do núcleo.

Em 1932 James Chadwick descobriu os nêutrons, para Chadwick, os átomos contêm partículas neutras chamadas nêutrons em seus núcleos juntamente com as partículas sub-atômicas.

Em 1940 N. Bohr sugeriu o conceito moderno do modelo atômico, segundo a sugestão de Bohr, o átomo é feito de um núcleo central que contém prótons (com carga positiva) e nêutrons (sem carga), os elétrons (com carga negativa) circulam em volta do núcleo em diferentes trajetórias imaginárias, trajetórias essas que são chamadas órbitas.