O General Sun Tsu

Sun Tsu um filosofo que se tornou general mostra em seu livro que dominar “A Arte da Guerra” é fundamental para o Estado, conhecê-la bem é uma questão de vida ou morte e que a diferença entre segurança e ruína jamais deve ser ignorada.

O Estado não sobrevive sem ter como pedra angular “A Arte da Guerra”, que em poucas palavras significa conhecer a si mesmo conhecer o seu inimigo e ter os seus comandados sob disciplina total, além de saber todas as informações táticas necessárias para vencer a batalha, e as peças importantes são os espiões, pois eles revelam as posições tanto dos inimigos quanto dos seus próprios comandados, se estão em posição de disciplina total.

Sun Tsu teve ilustres seguidores que se utilizaram seus ensinamentos, e enquanto o seguiam a risca foram muito bem sucedidos, como exemplos o maior e melhor General da Segunda Guerra foi Erwim Rommel, General Alemão do III Reich da divisão de infantaria montada, que seguia a risca os ensinamentos de Sun Tsu na guerra no deserto (Afrika Korps), ele foi vitorioso mesmo com desvantagem numérica de homens e de material bélico, a Wehmacht foi conhecida como o relâmpago alemão e não foi a toa, com preceitos do tipo mobilidade, usando todos os recursos com toda a força e sem reservas, usava o inimigo como força escrava, e humilhava o inimigo antes mesmo do derramamento de sangue.

Mas não foram só os alemães utilizaram as técnicas de Sun Tsu, os russos também as utilizaram muito, e para finalizar, podemos citar Napoleão Bonaparte, que enquanto seguiu os preceitos de Sun Tsu dominou quase toda a Europa e os Nazistas, mas quando os ignorou começou a sua queda, e o mais engraçado é que tanto Adolf Hitler quanto Napoleão Bonaparte cometeram o mesmo erro de invadir a Rússia em pleno inverno com suas forças exaustas.

É fantástico como os ensinamentos de um gerenal que viveu há séculos atrás até hoje ecoem como verdades absolutas na “Arte da Guerra”.