O LED e a Fibromialgia

A ciência não pode parar, sempre existem novos estudos para tudo, até mesmo para algo que nós simples mortais possamos nem imaginar.

Quem está envolvido no mundo da eletrônica, seja por hobby ou é profissional da área, tem como obrigação saber das novidades.

Refiro-me ao estudo que tinha como objetivo verificar se o efeito do “diodo emissor de luz” dava resultados positivos e poderia ser utilizado para ajudar no tratamento da dor crônica em pacientes portadores de fibromialgia.

Para quem não sabe, a síndrome da fibromialgia é de origem desconhecida e é uma forma de reumatismo crônico não inflamatório, caracterizado por rigidez e dores no sistema músculo-esquelético de intensidade variada e espalhada com múltiplos pontos dolorosos acompanhadas por disfunções orgânicas e sintomas subjetivos.

Afeta entre 2 a 16% da população mundial, principalmente pessoas entre 20 e 50 anos e do sexo feminino, é de assustar, pois nove a cada dez pessoas são mulheres.

A maioria apresenta contraturas musculares de manhã, debilitamento intenso e incapacidade, fadiga persistente no decorrer do dia, rigidez em extremidades superiores e inferiores, alterações de ritmo intestinal, sintomas de sono não reparador, episódios depressivos acompanhados de crise de ansiedade, incontinência urinária, cefaléia, movimentos anormais em extremidades, dificuldade de concentração, perda de memória, aumento da sensibilidade tátil, alterações da visão e dores que pioram com esforços físicos.