O Terceiro Planeta

Da perspectiva na Terra, o nosso planeta parece ser grande e robusto, com um oceano interminável de ar.

Do espaço, os astronautas muitas vezes têm a impressão de que a Terra é pequena, e tem uma fina e frágil camada de atmosfera.

Para um viajante do espaço, as características que distinguem a Terra são as águas azuis, as massas de terra verdes e castanhas, e o conjunto de nuvens brancas contra um fundo negro.

Muitos sonham em viajar pelo espaço e ver as maravilhas do universo.

Na realidade, todos nós somos viajantes espaciais.

A nossa nave é o planeta Terra, viajando a uma velocidade de 108.000 quilômetros por hora.

A Terra é o terceiro planeta a contar do Sol, a uma distância de 150 milhões de quilômetros.

Demora 365,256 dias para girar em volta do Sol e 23.9345 horas para a Terra efetuar uma rotação completa.

Tem um diâmetro de 12.756 quilômetros, apenas poucas centenas de quilômetros maior que o de Vênus.

A nossa atmosfera é composta por 78 por cento de nitrogênio, 21 por cento de oxigênio e 1 por cento de outros componentes.

A Terra é o único planeta conhecido a abrigar vida, no sistema solar.

O núcleo do nosso planeta, de níquel-ferro fundido girando rapidamente, provoca um extenso campo magnético que, junto com a atmosfera, nos protege de praticamente toda a radiação prejudicial vinda do Sol e outras estrelas.

A atmosfera da Terra protege-nos dos meteoros, cuja maioria se queima antes de poder atingir a superfície.

Das nossas viagens pelo espaço, temos aprendido muito sobre o nosso próprio planeta.

O primeiro satélite Norte-americano, Explorer 1, descobriu uma intensa zona de radiação, agora chamada de cintura de radiação de Van Allen.

Esta cintura é formada por uma camada de partículas carregadas que são capturadas pelo campo magnético da Terra numa região, de formato toroidal, em volta do equador.

Outras descobertas feitas por satélites mostram que o campo magnético do nosso planeta é distorcido, tendo uma forma de gota, devido ao vento solar.

Também sabemos agora que a nossa fina atmosfera superior, a qual se acreditava ser calma e sem incidentes, ferve de atividades, expandindo-se de dia e contraindo-se à noite.

A atmosfera superior, afetada pelas mudanças na atividade solar, contribui para o clima e meteorologia na Terra.

Além de afetar a meteorologia da Terra, a atividade solar causa um dramático fenômeno visual na nossa atmosfera.

Quando as partículas carregadas do vento solar são capturadas pelo campo magnético da Terra, colidem com as moléculas de ar da nossa atmosfera acima dos pólos magnéticos do planeta.

Estas moléculas de ar tornam-se então incandescentes e são assim conhecidas como auroras ou luzes do norte e do sul.

A Terra nos lembra o ornamento de uma árvore de Natal pendendo na escuridão do espaço.

Conforme nos colocávamos mais distante e afastados, mais ela diminuia de tamanho.

Finalmente, encolheu ao tamanho de uma bola de gude, a bola mais bonita que você pode imaginar.

Aquele bonito, quente, e vivente objeto parecia tão frágil, tão delicado, que se você o tocasse com um dedo ele se quebraria em pedaços.

Ver isto faz mudar um homem, faz um homem apreciar a criação e o amor de Deus.

O aumento e a intensidade de industrialização são os 2 fatores principais de origem e produção do lixo, resultante da atividade diária do ser humano na sociedade.

Estes 2 fatores interagem à medida que cresce a população, cresce também a necessidade de bens de consumo direto, de alimentos, ETC.

Estas necessidades geram a transformação cada vez maior de matéria-prima em produtos acabados, acarretando maior quantidade de resíduos, que mal acondicionados comprometem o meio ambiente, em detrimento da qualidade de vida das famílias brasileiras.

Considerando o crescimento destes fatores básicos e suas implicações na produção e origem do lixo, podemos afirmar que o lixo é inesgotável, e os problemas gerados pôr ele ao meio ambiente são irreversíveis se nada fizermos para contê-los.

No Ceará 40,5% da população não recebe informação sobre como manusear o lixo devidamente (PNAD, 1987).

A existência de um planejamento habitacional para as favelas causa um grave problema, dificultando o sistema de coleta.

A estrutura dos órgãos públicos em relação ao tratamento do lixo é inadequada.

As cidades brasileiras produzem cerca de 100 mil toneladas de lixo por dia, sendo que 40 milhões de habitantes urbanos não dispõem de coleta domiciliar.

Na zona urbana apenas 35% conta com rede pública de esgoto, enquanto 34% da população lança dejetos a céu aberto.

A acumulação de lixo em áreas, tais como os aterros sanitários ou vias aquáticas, para lançamento de lixo, contribui para a população do meio ambiente.

E você o que esta fazendo em favor do meio ambiente?