Será Amor ou Exagero?

Segundo Napoleão Bonaparte, “O futuro de um filho é sempre obra da mãe” e eu concordo, tanto é que eu sempre disse que a mãe pode ter o filho mais bandido do planeta, mas para ela ele foi, é, e será um santo, e não adianta argumentar, é o que ela diz e pronto.

Não há como negar, seja ela da raça que for, “todas as mães costumam ser cúmplices dos erros dos seus filhos e também os protegem contra a severidade dos pais”, fazem tudo que estiver ao seu alcance e se esforçam para conseguir um pouco mais.

Se alguém achar que é pouco, acrescento que também ficam contra os próprios maridos ou companheiros para defender os filhos, e se for preciso “rodar bolsinha” em benefício dos filhos elas fazem, enfim, mãe é mãe e ela sacrifica a própria vida em benefícios dos filhos, é óbvio que em toda família existe um filho “preferido”. 

Pode parecer um grande exemplo de amor, mas toda essa “dedicação” gera problemas de relacionamento entre o casal podendo inclusive resultar em separação, e não tem conversa que resolva, se o marido ou companheiro disser “não” para uma determinada ação, a “mãe” não mede as consequências.

A “cumplicidade exagerada” compromete a formação do caráter e com isso compromete também o futuro de um filho, quanto ao fato das mães protegerem os filhos contra a severidade dos pais é uma clara indicação de conflito, também indica a falta de regras na educação dos filhos ou “enteados” ou regras diferentes para cada situação.